Mais que um filme bom, um grande elenco e sobre tudo, uma baita história real sobre uma verdadeira professora, Erin Gruwell, uma mulher que além de saber que só a educação pode mudar vidas, ela decida fazer algo a respeito, dando a uma turma de alunos que cresceram em meio a "guerra" , o que eles mais precisam, oportunidade, respeito e voz.
O filme é foi lançado em 2007, mas é pouco conhecido, só ouvi falar sobre ele semana passada, quando assisti, me apaixonei pela história de vida dessa mulher, pena que há tão poucas pessoas dispostas a fazer o que ela fez, é fácil querer que o mundo mude, melhore, mas é muito dificil fazer parte da mudança.
Tomar a iniciativa, se dispor a fazer o melhor pelo bem de todos, fazer a sua parte, é para poucos. E isso é lamentável.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Cinema: Freedom Writers
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Séries: Supernatural I
Gosto muito dessa série, atualmente ela está na 4ª temporada, a 5ª já está pra sair, como não posso começar a escrever pelo fim, vamos analisá-la desde seu episódio piloto.
Então, mãos à obra!
1ª Temporada
A primeira temporada tem como objetivo mostrar o por quê, o motivo por trás da tragetória de caças da família Winchester.
O episódio piloto começa pela morte da mãe dos meninos, causada por algo sobrenatural, um demônio de olhos amarelos, para ser mais exata, depois disso, há um salto no tempo, mostra como Sam, se afastou do irmão e do pai, e agora leva uma vida normal, ao lado da namorada Jess.
Quando Dean o procura e pede sua ajuda para encontrar John, pai dos meninos, que saiu em uma caçadas e desapareceu, ele resiste a princípio, mas acaba aceitando passar o fim de semana procurando pelo pai.
Ao chegar em casa, depois da tentativa de encontrar John, ele presencia a morte de sua namorada, do mesmo modo que ocorreu 22 anos atrás com sua mãe, é aí que os irmãos Winchester voltam a ativa!!
Voltaremos!
XD
Pedaços de Mim
Pedaços de Mim
Eu sou feito de
Sonhos interrompidos
Detalhes despercebidos
Amores mal resolvidos
Sou feito de
Choros sem ter razão
Pessoas no coração
Atos por impulsão
Sinto falta de
Lugares que não conheci
Experiências que não vivi
Momentos que já esqueci
Eu sou
Amor e carinho constante
Distraída até o bastante
Não paro por instante
Já
Tive noites mal dormidas
Perdi pessoas muito queridas
Cumpri coisas não-prometidas
Muitas vezes eu
Desisti sem mesmo tentar
Pensei em fugir, para não enfrentar
Sorri para não chorar
Eu sinto pelas
Coisas que não mudei
Amizades que não cultivei
Aqueles que eu julguei
Coisas que eu falei
Tenho saudade
De pessoas que fui conhecendo
Lembranças que fui esquecendo
Amigos que acabei perdendo
Mas continuo vivendo, e aprendendo.
Martha Medeiros
Engenheiros do Hawaii III: Ela Sabe
Ela Sabe
Ela sabe muito bem o que quer
Ela sabe o que precisa fazer
e vai a luta
não escuta ninguém
Ela sabe muito bem o que é
que se espera de uma mulher
mais não quer nem saber
ela manda a ver
Ela sabe muito bem o que quer
ela sabe o que precisa fazer
vai a luta,
e não escuta ninguém
A maioria esmagadora
a voz da razão
bom senso, uníssono,
ensurdecedor
Na lua cheia ateia fogo as próprias vestes
só pra acordar de
bom humor
Pra agradar o que der e vier
só a força de uma mulher
que sabe muito bem o que quer
e ela sabe, ela sabe
vai a luta não escuta
A maioria esmagadora
a voz da razão
bom senso, uníssono,
ensurdecedor
Na lua cheia ateia fogo as próprias vestes
só pra acordar de
bom humor
Ela sabe, ela sabe, ela sabe, ela sabe, ela sabe, ela sabe.
Composição: Humberto Gessiger
Som e movimento
Um cara chamado Nietzsche, afirmou uma vez que:"Sem a música, a vida seria um erro " . E eu, Cristina Otto, concordo plenamente com ele, e digo mais, qual a melhor maneira de honrar a importância que a música tem em nossa vida, se não a dança.
Minha definição de dançar:
Expressar as emoções que a música nos passa através do corpo, movimentos que em sintonia com o som se propagam, se completam magicamente e tem o poder de preencher o espaço entre dois corpos com os mais diversos sentimentos e emoções.
Então, dança comigo?
XD
[caption id="attachment_84" align="aligncenter" width="357" caption="Só eu que tenho a impressão que as árvores estão dançando???"]
terça-feira, 14 de julho de 2009
Melhor que Engenheiros e Cidadão, só Engenheiros + Cidadão
Já estou com o ingresso na mão!! Sábado promete!!!

Meu nome é Humberto Gessinger. Pouca Vogal é um duo que formei com Duca Leindecker. Venho dos Engenheiros do Hawaii, banda que montei em 1985 e com a qual, até 2008, lancei 18 discos e 5 DVDs. Duca vem da banda Cidadão Quem, formada em 1990, com 7 discos e 1 DVD lançados.Tambémjá lançou umdisco solo, além de fazer trilhas para cinema e teatro. Vamos ao que interessa. Por onde começo? Não sei… Escrevendo release sou um fracasso.Vou tentar outra forma.Que tal eu me entrevistar? Aí vai:
HG:Como vocês se encontraram?
AgAgê:É uma história antiga, da segunda metade do século passado. Ali por 85,eu encontrei na rua um moleque que tocava guitarra. Ele sabia que eu tinha comprado uma Fender Telecaster. Na época, não era fácil descolar instrumentos legais. O menino ficou de passar láemcasa pra conferir a guitarra. Fiquei chocado quando vi ele tocar. Tirou sons da minha guitarra que eu não imaginava que estivessem lá. Tocava demais! Técnica, estilo, emoção e o diabo a 4. Esse garoto era o Duca Leindecker. Aperta a tecla FastForward… Em 2004, Duca me convidou para participar do CD/DVD Cidadão Quem No Theatro São Pedro. Tocamos Terra de Gigantes, uma canção que eu havia escrito e gravado com os EngHaw. FF de novo. Em 2007, Duca me pediu uma música para o novo disco da Cidadão Quem. Havia uma da qual eu gostava muito e só não tinha gravado ainda por achar que faltava alguma coisa. Passei para o Duca, que matou a charada escrevendo um novo refrão. A música é A Força do Silêncio e está no disco 7. Agora, com a coincidência da pausa de nossas bandas, partimos para o Pouca Vogal.
HG:Porque o nome PoucaVogal?
AgAgê:É um chiste com nossos sobrenomes, Leindecker e Gessinger. Se quisermos fazer um pouco de sociologia de boteco, podemos falar de como as vogais vão rareando à medida em que descemos pelo mapa do Brasil. O frio vai aumentando, a vegetação fica mais tímida, o verde vai ficando mais parecido com o azul, as pessoas mais introspectivas. Imigrantes com suas consoantes. Ao mesmo tempo em que exageram, algo de verdadeiro guardam essas generalizações. Pelo Aurélio, vogal é o fonema que se produz com o livre escapamento de ar pela boca. Consoante é o fonema que resulta do fechamento ou estreitamento de qualquer região acima da glote.
HG:Há outros músicos acompanhando vocês?
AgAgê: Não. Só nós 2. É um formato que sempre me fascinou. Seja um duo de violões clássicos como os irmãos Assad, uma dupla caipira como Pena Branca & Xavantinho, um lance pop como Simon & Garfunkel ou jazz como Larry Coryell & Philip Catherine, há algo especial quando duas pessoas estão tocando. Depois do solo, é o mínimo. Mas, nesse mínimo, pode rolar o máximo diálogo musical. Duca já fez trabalhos geniais em duos com Frank Solari e com Borghettinho.
HG:Quais instrumentos vocês usam?
AgAgê:Eu sigo nos instrumentos acústicos: violão, viola caipira, dobro,harmônicas, piano. Além da MIDI Pedalboard, que é um teclado que a gente toca com os pés. Duca toca guitarra, violões com afinações esquisitas e bombo leguero, um instrumento de percussão característico do pampa. É bem intenso. Em momentos, eu toco violão, harmônica, faço baixos com os pés enquanto o Duca sola na guitarra e faz percussão. Tudo ao mesmo tempo. Geralmente, quando um artista chega à quilometragem em que chegamos, pensa em desfrutar do conforto de um repertório já conhecido e de vários bons músicos aparando arestas. Mas nós estamos vibrando em outras frequências, definitivamente. Queremos sair da zona de conforto por achar que só tensa a corda vibra legal. A vida é mesmo muito curta pra ser pequena.
HG:Qual é o repertório?
AgAgê: A partir do dia 11 de setembro, 8 músicas inéditas estarão no site. O pessoal vai poder baixar, não vamos cobrar nada, é free. Não estamos interessados em transformar esta atitude em um “assunto”. Nosso interesse nos intestinos da indústria cultural é próximo de nenhum. Nos shows, vamos tocar, além destas, algumas músicas dos Engenheiros do Hawaii e da CidadãoQuem.
HG:Quais são e como surgiram as músicas novas?
AgAgê:TENTENTENDER: a idéia me veio num vôo enquanto eu observava a sombra do avião rastejando lá embaixo. Mandei uma demo para o Duca e ele reescreveu a melodia do refrão. DEPOIS DA CURVA e BREVE: Duca me mandou as músicas e eu escrevi as letras. A primeira fala da esperança de encontrar coisas melhores depois da curva, depois da chuva. Talvez, o amanhã colorido. A segunda é sobre a dificuldade e necessidade de unir firmeza e delicadeza na hora de cair fora. Quando ser bravo é ser breve, hay que endurecer, pero sin perder la ternura. VÔO DO BESOURO e ALÉM DA MÁSCARA: escrevi as duas sozinho, mas já com o duo no horizonte. Dizem que o besouro tem o design menos apropriado para voar. Esta e outras contradições sempre meinteressaram. Para além da máscara é que devemos olhar. Alémdo que é sentido, além do que é sabido. NA PAZ E NA PRESSÃO: Duca escreveu numa dessas horas em que a gente quer gritar ou sussurrar ¡Tchau Radar! PRA QUEM GOSTA DE NÓS:um nó nos prende ou nos leva na velocidade de uma milha marítima por hora. Um nó amarra o laço ou o lenço. Eu já tinha escrito há mais tempo, mas só agora cheguei ao arranjo certo. Mistura de viola caipira e guitarra hendrixiana. Praquemgosta do nó que nos une, Pouca Vogal seráumprato cheio. POUCA VOGAL: escrevi um pouco para explicar o conceito, um pouco para falar da minha ida ao Rio de Janeiro e da volta à PoA. De lambuja, cita Piano Bar (uma canção dos EngHaw) e homenageia Kleiton & Kledir, que melhor souberam, até hoje, misturar regionalismo gaucho e música pop.
HG: Que tipo de reação vocês esperam dos fãs das bandas Engenheiros doHawaiie Cidadão Quem?
AgAgê:Acho que o maior sinal de respeito de um artista em relação ao seu público é não pensar nele na hora em que cria. Eu não quero que os artistas dos quais eu gosto pensem em mim quando criam. Não quero que os políticos nos quais eu voto façam pesquisas pra saber como quero que eles falem e atuem. Fica parecendo um cão perseguindo o próprio rabo. Quero que eles tenham A Visão e corram o risco de encontrar ou nãoquemse interesse por ela. Resumir todas as pessoas que gostam do teu trabalho num estereótipo de “fã” também me parece grosseiro. Cada fã é fã da sua forma, com suas particularidades. Cada um tem seu caminho, sua maneira de passear pela obra. Não gosto que me vejam como produto, por isso não penso neles como consumidores. Obviamente será maravilhoso se todos gostarem de tudo. Se os teatros estiverem todos lotados e as bocas todas sorrindo e pedindo bis. Caso esse mundo ideal não se concretize, estaremos tranquilos por estar seguindo noss’A Visão.
HG:Abanda Engenheiros do Hawaii acabou?
AgAgê:Não. Pretendo voltar quando o Duca encher o saco de mim.
HG:CidadãoQuemacabou?
AgAgê:Que eu saiba, não.
HG:Gostariadedizer algo mais?
AgAgê: Não sei por que, gostaria de dar nossas datas e locais de nascimento. Humberto Gessinger: Porto Alegre, 18:30h do dia 24 de dezembro de 1963. Duca Leindecker: Porto Alegre, 10:30h do dia do dia 5 de abril de 1970.
PORTO ALEGRE, AGOSTO DE 2008
Retrado de: http://www.lastfm.com.br/music/Pouca+Vogal/+wiki
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Engenheiros do Hawaii II: Dom Quixote
Você pode até dizer "Nossa, dentre tantas músicas muito melhores dos Engenheiros, por que postar Dom Quixote?!", eu responderia que por dois motivos:
1. Eu não estou aqui para fazer um top, com as melhores músicas dos Engenheiros;
2. Também conservo um certo amor às causas perdidas. Uma visão otimista e romântica sobre várias coisas, a vontade de fazer o melhor possível, mesmo que não baste pra acabar com todos os problemas do mundo.
Dom Quixote
Muito prazer, meu nome é otário
Vindo de outros tempos mas sempre no horário
peixe fora d'água, borboletas no aquário
Muito prazer, meu nome é otário
na ponta dos cascos e fora do páreo
puro sangue, puxando carroça
Um prazer cada vez mais raro
aerodinâmica num tanque de guerra,
vaidades que a terra um dia há de comer.
"Ás" de Espadas fora do baralho
grandes negócios, pequeno empresário.
Muito prazer me chamam de otário
por amor às causas perdidas.
Tudo bem, até pode ser
que os dragões sejam moinhos de vento
Tudo bem, seja o que for
seja por amor às causas perdidas
Por amor às causas perdidas
Tudo bem...até pode ser
Que os dragões sejam moinhos de vento
Muito prazer...ao seu dispor
Se for por amor às causas perdidas
por amor às causas perdidas
Composição: Humberto Gessinger / Paulo Gauvão